Por não ter vindo… foi vindo…
Nessa estranheza que se entranha
Na alma vivida humana
Que abre o seu coração ao mundo
Vivendo essa estrelinha
No alto tão circunspecta
Nesse fim que se avizinha
Da sua oração predilecta
De dar novos mundos ao mundo
Pela caneta de poeta
Que escreve um sentimento profundo
Marcado por tinta preta
No papel desse mar fundo…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 11/12/2013
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