Roseira brava que cavas
Com essas raízes profundas
Essa casa com que lavas
Com esse perfume que exalas
Protegendo com os teus espinhos
Esses amantes que “lavram”
Os teus botões amantinos…
E desses teus braços cavados
Que se estendem numa prece
Roseira que não padeces
Fazes florir lindas flores
Umas vermelhas de sangue
E outras brancas de amor…
Roseira brava que lavas
As tuas “pétalas nervosas”
Roseira dá-me essas rosas
Como prova do teu amor…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 28/11/2013

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