domingo, 5 de fevereiro de 2017

FILHOS do TEMPO



As tuas asas protectoras
Estendem-se sobre os viventes
Que rezam em aflição
Nessas penosas horas
Na espera longa do Tempo
Que se desenrola em espiral
de “Fermat” o mesmo Tempo
Que te fez nascer na origem
Nesse Universo vertigem
Em crescendo…
Vigoroso…
Uno…
“0”…
Para depois dois ser
Duo…
Inconsequente…
Desenrolando-se na essência
Dessa mesma espiral desenvolver
Como perene consequência…

Poeta Miguel Silvestre

Loulé 27/11/2013

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