Por essas ruas perdido
Na vida que o maltratou
Em pedras da calçada aspergido
O sangue que se esvaiu
Desse corpo torturado
Auto flagelado
Vazio…
E assim cambaleando
Pelas ruas dessa má sorte
Buscando o prazer na morte
Na mortificação do seu próprio corpo
Vive na eterna esperança
De mais prazer conseguir
Aumentando essas doses
Desse veneno que corrói
Corrompendo as próprias veias
Envenenando o seu corpo
Transformando a sua mente
Um corpo gasto e doente
Louco…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 28/11/2013

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