Voa aleatoriamente a borboleta
Com o seu efeito fatal
De dar uma pirueta
E no outro lado do mundo mortal
Fazendo estremecer a terra
Ao bater das suas asas
Borboleta…
Que desgraças mais nos irás trazer
Tu que voas, voas, voas…
E as asas não deixas de bater…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 16/12/2013

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