Das gaivotas no mar aberto
Nesse mar chão deserto
Procurando o alimento
O peixe que é seu sustento
Nesse mar fecundo incerto
Voam de longe
E de perto
Picam no mar sem fim
Procurando para a prole
Pérolas nesse jardim
De água feito
De bico afoito
Mergulhando fundo
Prospectando
Esse mar azul
Num instante
De sorte nula
Ou sorte feliz
Desse pescado
Que foge assustado
Escapando à morte por um triz…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 06/12/2013

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