Deitada à beira dessa praia estavas tu
Com esse mini-sari azul sensual
Deixando semi descoberto
Esse teu corpo fatal
E provocando esse ardor
Essa paixão que se acende
Pedias tu dessa maneira
Mais atenção que não ofende
Sem preconceitos
Sem pudor
Pedias tu dessa maneira
Mais carinho
Mais atenção
Mais amor
Mais coração (…)
Sentindo que eras amada
Por quem em ti reparava
À beira desse teu ninho
Ninho de amor aguadino
Que espalha de qualquer maneira
À beira dessa praia… na beira…
Desse reflexo cristalino
Do teu corpo que usava
Um mini-sari tão leve
Que levitava
A imaginação de quem olhava
Para o teu corpo breve…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 21/11/2013

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