domingo, 5 de fevereiro de 2017

(@)



De pétalas
Vermelhas vivas
De sangue vivo cativo
De uma roseira bravia
De uma nobreza campestre
Roseira de espinhos agrestes
Que te mostras prazenteira
Florindo as tuas rosas
Ao Sol do meio-dia
Roseira brava que de dia
Exalas esse perfume
Sem dizeres uma palavra
Sem chorares uma lágrima
Que o sofrimento lava
Sem queixume
Ao Sol
Que queima
A tua beleza
Brava…

Poeta Miguel Silvestre

Loulé 13/12/2013

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