O teu rosto em pastel difuso
Desenhado nesse papel confuso
Do teatro da tua alma
De tão enigmático e profuso
De sorriso admirável
Tão conveniente
Tão volúvel
Tão etéreo
Tão solúvel
Que me serena
E me dá calma…
Poeta Miguel Silvestre
Loulé 06/12/2013

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