A vida errante
Que passa além
Passa distante
Desse desdém
De quem me chama
De quem me grita
De quem me ofende
De quem aflita
Reza e pede
À boa sorte
Que o desperte
Que o livre
Da mesma sorte
Da mesma vida
Do mesmo grito
Sorte maldita…
Poeta Miguel Silvestre
Valinhos - Alte 24/12/2013

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